quinta-feira, 25 de dezembro de 2014
domingo, 10 de agosto de 2014
MENSAGEM AOS PAIS
“Pai de verdade não é aquele
que providencia as melhores escolas, mas o que ensina o quanto é necessário o
conhecimento. Ele não orienta com base nas próprias experiências, mas demonstra
que em cada experiência existe uma lição a ser aprendida...
Pai de verdade mesmo é o amigo
sempre presente atento e amoroso com a alma de joelhos pedindo a Deus que o
oriente na hora de dar conselhos...
Hoje é dia de homenagear os homens das Lojas
Maçônicas Univ.’. Poeta Renato Caldas e Nival Paulino Pinheiro, Or.’ de Assu/RN
e todos os pais dos Apejotistas que desempenham esse papel tão belo de ser pai.
“Parabéns pais por aceitarem esse papel tão importante”
domingo, 3 de agosto de 2014
Iniciação
A.’.R.’.L.’.S.’. Univ.’. Poeta Renato Caldas nº 4307 - Rito Brasileiro - Realiza 1ª Sessão de Iniciação.
Com a presença de várias autoridades maçônicas, a Loja Maçônica
Universitária Poeta Renato Caldas nº 4307, Oriente de Assu – RN, que tem como
Venerável Mestre o Irmão José Antonio de Souza Costa, foi grandemente
prestigiada em sua 1ª sessão de iniciação realizada no dia 02 de agosto, sábado,
quando foram recebidos ritualisticamente como novos maçons, Luiz Eduardo dos
Santos Machado , José Dijon de Oliveira
Neto e Demétrio Devherlyn Dantas de Sá Figueiredo.
A sessão magna foi excelentemente dirigida com segurança, tranquilidade, obedecendo todos os detalhes ritualísticos, pelo que foi muito cumprimentado..
A sessão magna foi excelentemente dirigida com segurança, tranquilidade, obedecendo todos os detalhes ritualísticos, pelo que foi muito cumprimentado..
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IIr.'. presentes a sessão de iniciação

IIr.'. presentes a sessão de iniciação
VM.'. e IIr.'. Aprendizes
VM.'. José Antonio, MM.'. Severino Neto e Ap.'. M.'. Demétrio
VM.'. José Antonio e Cristina, Ap.'.M.'. e Mães
Lúcia Dantas mãe do Ap.'. Demétrio
sábado, 29 de março de 2014
IV Encontro Nacional dos Delegados Litúrgicos do Rito Brasileiro
Destacamos as presenças do Poderoso Deputado Federal ORLANDINO ARAUJO, que também é o Grão Mestre Honorário do GOB-DF; os Veneráveis Mestres JOSÉ ANTONIO DE SOUZA COSTA, da ARLSUNIVERSITÁRIA POETA RENATO CALDAS Nº 4307, ao Oriente de AÇU/RN; ANTONIO LISBOA DA SILVA, da ARLS MARIO VILAR DE MELO Nº 4085 (RN); ALCIDES PEREIRA DE CASTRO, da ARLSUNIÃO NATALENSE Nº 2414 (RN,) e PEDRO NELSON CARNEIRO, da ARLS GUATIMOZIN Nº 2107(DF); os Presidentes de Corpos Filosóficos: Egrégio Mestre PAULO SÉRGIO FERREIRA DE SOUZA 33º, do Colendo Alto Colégio RUI BARBOSA Nº 201 (RJ); Aterzata AUGUSTO CESAR PAZ DE LIMA 33º, do Ilustre e Sublime Capítulo BUSCADORES DA PALAVRA Nº 61 (DF); Grande Prior SERGIO PIMENTA FERREIRA 33º, do GCKF WASHINGTON LUIZ Nº 105 (RJ); Egrégio Mestre DOMILSON DAMÁZIO DA SILVA 33º, do Colendo Alto Colégio 21 DE MARÇO Nº 217 (RN); Grande Prior JAIME PAULINO DOS SANTOS 33º, do GCKF UNIÃO NATALENSE Nº 141 (RN); Aterzata MAXWELL RAFAEL, do Ilustre e Sublime Capítulo EVOLUÇÃO Nº 80 (RN); Aterzata JOÃO HENRIQUE DOS SANTOS OLIVEIRA 33º, do Ilustre sublime Capítulo POTY Nº 70. Ainda, os Eminentes membros extranumerários JOÃO BATISTA DE SOUZA 33º, SILVIO BRECKENFELD 33º, AUDO PEREIRA COSTA 33º, JORGE LUIZ DE LEMOS 33º,ANTONIO CARLOS BORGES 33º, JOSELITO FERREIRA SOARES 33º, JOSÉ CARLOS MARIANO CONSTANTINO 33º e ENÉSIO DELGADO DE LUCAS 33º.
Ven.'. Mestre José Antonio de Souza Costa da Loja Universitária Poeta Renato Caldas nº 4307 e Soberano Grande Primaz Nei Inocêncio do Rito Brasileiro
Delegado Litúrgico do RN e PB e IIr.'. presentes ao IV Encontro Nacional dos Delegados Litúrgicos do Rito Brasileiro - Natal/RN
sexta-feira, 14 de março de 2014
Homenagem ao Poeta Renato Caldas
Grande Poeta, Seresteiro e Compositor
Sendo Assú a sua adorada cidade Natal
Logo, logo, a fama de poeta conquistou
Tornando-se assim, na vida um imortal
Realizado na vida como um profissional
Sentindo que o tempo estava passando
Inicia na soberana Maçonaria Universal
Vendo a luz que o Arquiteto esta dando
Segue com firmeza nesta trajetória
E levanta com vigor templos a virtude
Buscando o equilíbrio na sua memoria
E lutando em prol da nossa juventude
Quando resolveu o Grande Arquiteto
O levar para a sua definitiva morada
Ficou na terra o acervo do seu mérito
E a firmeza exercida nesta caminhada.
Haroldo Josuá
Natal, 03/10/2013
FRATERNIDADE
Vem comigo profano. Sobe consciente
A Escada de Jacó, iluminada!
Fita na beleza do Oriente
a Estrela rutilante destacada!
Veja, o que somos; e o que fazemos
Unidos pelo Bem nos desdobramos.
Pelo nosso trabalho, só queremos
Que distribua um pouco do que damos.
Quando na terra dois homens se encontram
Se, um ao outro, estendeu a sua mão;
Ambos sentiram que se unificaram.
Eram dois homens e um só coração.
Por Amor, pelo bem da humanidade,
Contra o Despotismo e a humilhação
Foi que o Grande Arquiteto – na verdade,
Fez uma mão encontrar com a outra mão.
FRATERNIDADE
Vem comigo profano. Sobe consciente
A Escada de Jacó, iluminada!
Fita na beleza do Oriente
a Estrela rutilante destacada!
Veja, o que somos; e o que fazemos
Unidos pelo Bem nos desdobramos.
Pelo nosso trabalho, só queremos
Que distribua um pouco do que damos.
Quando na terra dois homens se encontram
Se, um ao outro, estendeu a sua mão;
Ambos sentiram que se unificaram.
Eram dois homens e um só coração.
Por Amor, pelo bem da humanidade,
Contra o Despotismo e a humilhação
Foi que o Grande Arquiteto – na verdade,
Fez uma mão encontrar com a outra mão.DÔ TUDO

Tudo qui eu tenho, Sá Dona,
Lhe dô, si vancê quizé.
A vida num vale nada
Pru home sem a muié...
É cuma espingarda véia
Qui só quebra o catolé.
Num vale mesmo de nada,
Num paga o trabaio de tê,
Num presta nem prá infeito
Nem prá dá, nem prá vendê.
A gente tem pruquê tem
E num qué se desfazê.
Mas, cuma ia dizendo:
Tudo quanto Deus me deu,
O Má, a Terra, as Estrêlas
Qui pestanejam no Céu,
O Vento, a Lua, as Flôres
E o Só qui também é meu,
Eu, dô tudinho a Sá Dona;
Dô inté minha viola,
Qui tem in cada uma corda
Um grito qui me consóla...
Pois cada gemido seu,
Tem o valô de uma esmola.
E tudo isso eu lhe dô.
Muito mais quizera eu tê.
Quanto mais coisa eu tivesse,
Mais coisa eu dava a mecê!
Somente prá tê um gôsto:
Era lhe sastifazê!...
Mas Sá Dona, lhe só franco,
Num tenha raiva de eu...
Uma coisa eu não lhe dô.
Foi Sá Dona qui me deu...
E ainda trago na boca,
- É o gosto de um bêjo seu.
Autor: Renato Caldas
* 08/10/1902 - Assu
* 26/10/1991 - Assu.
Fonte: htpp//assunapontadalingua.blogspot.com.br/
A POESIA

A linguagem poética
Não tem sotaque,
Ocupa lugar de destaque
Nos estudos da fonética.
A boa poesia, com ética,
Vai ao casebre do pobre,
Ao palacete do nobre,
Aos recantos da cidade,
A qualquer universidade
Sem encontrar quem a dobre.
A poesia não sai de moda
Não envelhece nem morre.
Cria-se lúcido e de porre (?!).
Ao ego agrada, acomoda...
Mas, vez por outra, incomoda,
Bate forte no coração
Como se fosse um ferrão...
Um tiro de bacamarte.
Aí, o poeta buscando a arte,
Encontra a bonança... A emoção.
Autor: Ivan Pinheiro
Assu/RN, 20/08/2002.quinta-feira, 13 de março de 2014
Exaltação Loja Nival Paulino Pinheiro - Assu/RN
A Loja Maçônica "Nival Paulino Pinheiro" nº 2096, Oriente de Assu, que tem na presidência o Venerável Mestre Francisco Flamaliel, realizou sessão de Exaltação do Ir.'. IURI DE SÁ LEITÃO GOUVEIA. Sessão muito bem conduzida com as presenças dos V.'.M.'. das Lojas Maçônicas Fraternidade Assuense, João Batista Bezerra e Loja Univ.'. Poeta Renato Caldas, e um bom número de irmãos.
quinta-feira, 6 de março de 2014
sábado, 25 de janeiro de 2014
Sessão Magna
Abertura do Ano Maçônico 2014 - GOB/RN
V.'. M.'. Messias da Lj Estrela Altaneira, Or.'. de Pendencias, V.'. M.'. José Antonio da Lj Univ.'. Poeta Renato Caldas e Sec.'. Willians da Lj Nival Paulino Pinheiro Assu/RN.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
Poesia
No dia 04 de agosto de 1967, numa mesa solitária de um bar, RENATO CALDAS escreveu:
Reflexão de um bêbado
Eu estava tão só! E, tão vazio,
Necessitava fugir daquele estio
Que estorricava a minha solidão!
O inverno demora; vou buscá-lo,
Sei bem onde está, vou procurá-lo
Numa mesa de bar ou num balcão.
O inverno desceu... Rolaram as águas,
Inundaram e arrastaram minhas mágoas!
Em minh’alma brotaram novas flores.
A chuva demorou para castigo,
As rosas que meu peito deu abrigo
Transformaram-se em espinhos agressores.
... Os momentos felizes são tão poucos!
Ditosos os que vivem como loucos,
Ao léu da sua própria condição...
Considero uma grande iniquidade
Ir me encontrar com a felicidade
Numa mesa de bar... Ou num balcão.
Fonte: http://assunapontadalingua.blogspot.com.br/
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